Como calcular reserva de emergência sem dor de cabeça?

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Você sabe como calcular reserva de emergência? Então você precisa se ligar nas nossas dicas para saber como fazer sua própria reserva!

Nem todo mundo sabe como se organizar financeiramente sem dor de cabeça, mas depende de muitos fatores, claro.

Por isso possuir um fundo de investimentos ou até mesmo uma poupança não é a realidade da maioria dos brasileiros.

Mas nem tudo é possível, portanto, mesmo que muitas pessoas concordem ou não saibam, há como economizar dinheiro ganhando pouco, pois para tudo existe um jeito.

No entanto, uma das formas mais seguras ou rentáveis de fazer isso, é ao calcular uma reserva de emergência, você sabe como fazer isso?

Então acompanhe este artigo, pois separamos dicas imperdíveis para você que tem interesse de começar a se organizar!

Como calcular reserva de emergência: entenda o que é a reserva de emergência

Pra saber como calcular sua reserva de emergência, você precisa dar atenção a todos os detalhes que envolve esse assunto.

Nesse sentido, o fundo de emergência é um capital que você investirá, mas com a possibilidade de resgatar em um ou poucos dias.

Como ninguém sabe o que é, como calcular uma reserva de emergência, nem quando poderá precisar desse recurso, o melhor é planejar antes de tomar qualquer decisão.

Além disso, é necessário que esse dinheiro seja investido em produtos de renda fixa, o que traz alta segurança e alta liquidez.

Até porque, ninguém prevê uma demissão, ou qualquer problema de saúde, mas todos nós estamos sujeitos a passar por isso.

Por isso é tão importante se preparar para qualquer tipo de emergência, e não é à toa que a reserva carrega isso no próprio nome.

A reserva de emergência é então ideal para quem não deseja ser pego de surpresa, por isso é tão importante saber como calcular isso.

E pode ter certeza: situações de instabilidade podem ser suficientes para contribuir com o surgimento de dívidas.

Muitas vezes, inclusive, com altos valores de juros ou, em outros casos, o consumidor é obrigado a fazer resgates antecipados de investimentos.

E isso pode causar perdas potenciais. Quer descobrir então como calcular uma reserva de emergência?

Veja a seguir do que você precisa!

Como calcular uma reserva de emergência: entenda o que é rentabilidade, liquidez e risco

Como dissemos, para você saber como calcular uma reserva de emergência, existem vários fatores ao redor disso, por isso é importante entender alguns pontos básicos.

Nesse sentido, existem três elementos básicos para quem considera iniciar um investimento.

E esses três elementos formam a tríade dos investimentos e são chamados assim porque servem como uma base de análise para qualquer decisão por parte do investidor.

Quer saber como calcular sua reserva de emergência? Então se liga nesses três aspectos!

1. Risco

Como o próprio nome sugere, quem tem interesse de calcular sua reserva de emergência, certamente precisa estar atento aos riscos.

Isso porque o risco indica a chance de o investidor não receber retorno em sua aplicação.

Vale lembrar que todo e qualquer investimento possui riscos, mas as chances são diferentes e podem acontecer em diferentes níveis.

Em alguns casos, o risco pode representar perder toda ou parte da rentabilidade.

Mas também há chances de perda do valor inicial do investimento. Em geral, quanto maior o risco, maior a chance de prejuízos.

Veja a seguir outros fatores envolta dos investimentos para quem quer iniciar a calcular sua reserva de emergência.

2. Liquidez

Em segundo lugar nesse tripé, a liquidez é outro fator a se considerar quando há interesse em calcular uma reserva de emergência.

Portanto esse fator aponta para a disponibilidade do valor que se aplicou, ou seja, com qual rapidez o investidor consegue resgatar essa aplicação.

A liquidez é geralmente é determinada pela sigla D+X, em que X representa o número de dias úteis necessários para resgatar o dinheiro.

Ou seja, uma aplicação com a sigla D+15 significa dizer que o investigador esperará 15 dias úteis para ter acesso ao dinheiro em sua conta. Mas a partir do pedido de resgate.

3. Rentabilidade

Para fechar a tríade, o último ponto a se considerar quando um investidor quer calcular sua reserva de emergência é a rentabilidade.

Ou seja, o retorno previsto para qualquer investimento.

No caso da renda fixa, essa rentabilidade costuma já é conhecida no momento em que o dinheiro é aplicado. A renda fixa funciona da seguinte forma:

O investidor entrega seu dinheiro para o responsável pela emissão do título de renda fixa e, em troca, recebe uma rentabilidade determinada.

Mas no caso da renda variável, essa rentabilidade depende de várias coisas, por isso poderá ser positiva (gerando lucro) ou negativa (quando gera prejuízo).

Afinal, quanto guardar para calcular minha reserva de emergência?

A reserva de emergência deve ser um passo anterior ao de fazer algum tipo de investimento financeiro, seja para a compra de um carro, seja para comprar uma casa.

Mas se sua dúvida é saber quanto deve guardar para poder calcular sua reserva de emergência, vale lembrar que não existe um valor exato.

Isso porque esse cálculo depende do custo de vida de cada um.

Mas geralmente, segundo especialistas financeiros, o que se recomenda é que a reserva de emergência seja equivalente a pelo menos 6 vezes o custo mensal de cada pessoa.

Ou seja, você precisa multiplicar seus gastos mensais por 6. E nesse valor precisa estar incluso moradia, transporte, alimentação e saúde.

Portanto se você costuma ter uma despesa fixa de 5 mil reais por mês, quando calcular sua reserva de emergência, ela precisará ter, no mínimo, 30 mil reais.

Outro ponto a se levar em consideração é a regularidade com que você conseguirá acumular capital.

Como o esperado é que nossa renda mude ao longo dos anos, é preciso fazer um ajuste com base em nossas despesas, como dissemos anteriormente.

Nessa linha, a recomendação é poupar entre 10% e 20% da renda ao longo de sua vida.

Você pode contar com a ajuda de nossa planilha de planejamento financeiro para organizar o seu dinheiro!

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