Como fazer planejamento financeiro

Não é novidade que todo brasileiro sonha com uma situação financeira confortável, onde o dinheiro ganho dá pra pagar as contas, viver sem se preocupar e até mesmo sobrar para fazer investimentos.

Porém, essa estabilidade depende, além de outros fatores, do seu planejamento financeiro!

Não é à toa que, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) feita em em janeiro de 2020, cerca de 48% dos brasileiros não controlam o próprio orçamento.

E qual o problema de não ter uma estratégia para organizar suas finanças? Nós vamos te responder!

Quer saber como fazer um planejamento financeiro, as ferramentas que você pode usar e muito mais? Acompanhe a leitura.

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Como fazer planejamento financeiro?

Ter um planejamento financeiro envolve uma série de benefícios, mas o principal deles é ter noção de quanto dinheiro está entrando e quanto dinheiro está saindo.

Saber disso pode evitar uma série de problemas, como por exemplo, não saber se está sendo cobrado indevidamente por uma dívida, sofrer fraudes e não perceber, além de até mesmo ter o nome negativado indevidamente.

O primeiro passo para ter a sonhada organização financeira é reavaliar o seu comportamento em dois fatores: 1) quanto você ganha; e 2) quanto você gasta.

Para começar de fato a balancear essa relação de ganho versus gastos, comece listando todas as suas despesas. E são todas as despesas mesmo! Desde o cafezinho na padaria, os delivery de comida, e etc.

Antes que você pense em desistir achando que é muito difícil lembrar de todos os detalhes dos seus gastos, lembre-se que foi assim que sua vida financeira pode ter saído dos eixos.

Pode parecer bobagem, mas esses gastos considerados pequenos podem tomar muito do seu orçamento quando somados!

Para facilitar a listagem, você pode criar uma planilha de planejamento financeiro, separando os gastos por categorias e discriminando tudo que foi gasto.

Na planilha ou lista, coloque também todos os seus ganhos, tente discriminar como esse dinheiro foi adquirido, seja através do seu emprego fixo, trabalhos freelancers, etc.

Lembrando que também existem aplicativos tanto para Android como para IOS que podem ser uma ótimas ferramentas de planejamento financeiro.

Agora, além de saber que você deve sim anotar todos os seus gastos e ganhos, você percebeu que também deve fazer uma divisão em categorias dessas entradas e saídas do dinheiro. 

Quer saber como fazer isso direitinho? Continue lendo.

Saiba onde e como você gastou

Depois de listar seus gastos, talvez você não consiga identificar de cara o que é essencial e o que não é.

É a partir daqui que você vai te ajudar a definir quem fica e quem sai. Veja abaixo:

  • Os gastos serão divididos em categorias, onde estarão os seus gastos:
    •  “gastos fixos“, aqueles que você paga todo mês com valor fixo. Por exemplo, aluguel, parcela de um carro, etc;
    • gastos variáveis”, ou seja, que não são pagos todo mês. Por exemplo, compras de vestuário e compras pontuais;
      e os gastos “fixo-variáveis”, que são aqueles que você pode gastar em todos os meses, mas com valores diferentes durante os meses. Por exemplo, conta de energia, água, etc;
  • Depois os gastos serão divididos em subcategorias, que são separadas em “essenciais” e “não essenciais”, detalhando com muita atenção os seus valores.

É importante que você seja realmente honesto sobre o que é essencial ou não.

Ao mesmo tempo, o que é essencial para uma pessoa, como pagar uma academia de valor elevado, pode não ser essencial para a outra, que fazer exercícios em casa.

Finalizada essa divisão, você passará pelo desafio de balancear seus gastos. Talvez esse processo seja mais fácil se você usar ferramentas de planejamento financeiro, como aplicativos e planilhas.

https://problemacomvoo.resolvvi.com/indique-e-ganhe

Chegou a hora de começar os cortes de gastos

Se você está gostando da nossa estratégia de planejamento financeiro, não se deixe abater por esta parte.

Agora chegou a parte mais dolorosa de sua jornada: corte de gastos!

Sim, isso era esperado, não é mesmo? Depois de categorizar todas as suas despesas, olhe atentamente para as suas subcategorias, ou seja, os gastos essenciais e não essenciais.

Corte de gastos não essenciais

De cara, você irá cortar todos os gastos que você determinou como não essenciais.

Antes de sofrer por antecipação, pense bem naquela mensalidade de academia que você pagou, mas nunca foi

Por hora, você deve encontrar maneiras gratuitas ou de baixíssimo custo para desenvolver o hábito de fazer exercícios. Depois disso, só assim você deverá rever se é realmente necessário esse gasto.

Olhando essa série de gastos que provavelmente foram impulsivos, você vai começar a perceber que deve começar a gastar menos e valorizar seu dinheiro.

Ou seja, sabe aquela montanha de roupas que você comprou e só usou uma vez? Esse tipo de comportamento só vai te fazer ter mais problemas financeiros! 

Além disso, também é possível enxugar o orçamento fazendo um planejamento financeiro cortando gastos que você por um momento pensou serem essenciais. Mas nem todos são! Quer saber mais? Continue a leitura.

Corte de gastos supostamente essenciais

Pode parecer loucura e muita maldade da nossa parte, mas alguns gastos que você acredita serem essenciais, podem não ser!

A estratégia aqui é um pouco diferente, já que você pode tentar reduzir ou negociar alguns valores, como cortar tarifas bancárias, trocar por um cartão de crédito sem anuidade, reduzir custos de planos de telefonia e internet, além de garantir todo desconto que você tem direito e encontrar no caminho.

Lembrando que existem muitas alternativas no mercado para economizar. Procure sempre opções mais baratas, sem perder a qualidade, do que está consumindo. Por exemplo, ao fazer compras online, pesquise muito e evite comprar por impulso.

Seu dinheiro não é capim

Lembra quando você listou seus ganhos lá no começo? 

Depois de passar por todo esse processo de cortes, você deve voltar ao primeiro passo dessa estratégia de planejamento financeiro e entender se os cortes foram suficientes para equilibrar os gastos com os ganhos.

Ou seja, observar se o que você ganha é suficiente para tudo o que você gasta e de repente sobrar uma graninha para investir, juntar para viajar, etc.

Se não, você talvez tenha que procurar alternativas fáceis para fazer uma grana extra e complementar sua renda.

Algumas pessoas, por uma série de motivos, precisam de fontes secundárias de renda para evitar problemas sérios financeiros, como endividamento. 

O problema das dívidas

Ter dívidas não precisa ser motivo de desespero!

Se a grana está curta e você está mais preocupado em como fazer planejamento financeiro, pagar as dívidas deve ser sua segunda prioridade.

Porém, depois de organizar seu orçamento e redefinir suas prioridades, também dê atenção para o pagamento de dívidas. Ao mesmo tempo, para decidir qual pagar primeiro, analise qual delas está com os juros mais altos.

Por exemplo, se estiver usando alguma ferramenta de planejamento financeiro, você pode deixar uma seção totalmente focada em quitar suas dívidas.

Lembre-se que você pode monitorar todas as suas dívidas de forma totalmente online através do Serasa, onde também é possível consultar seu score e saber se eu nome está negativado.

Agora ficou mais fácil, né? Calma, ainda tem mais!

Por que devo fazer um planejamento financeiro?

Bom, além de fazer com que você tenha consciência do quanto ganha e do quanto pode gastar, isso vai te ajudar a traçar metas e objetivos para a sua vida.

Sabe aqueles sonhos que você tem guardado na gaveta? Eles podem virar realidade e um dos caminhos para isso é você estar com as finanças em ordem.

Por isso, depois de todos esse passos na jornada do planejamento financeiro, você deve definir seus objetivos.

Defina seus objetivos em três tipos:

  1. Objetivos de curto prazo, como os que podem ser realizados em um ano;
  2. Objetivos de médio prazo, que podem ser realizados entre 1 e 5 anos;
  3. e Objetivos de longo prazo, que só podem ser realizados após 5 anos ou mais.

Lembre-se de anotar todos os seus objetivos com o maior detalhamento possível, por exemplo: quanto vai custar, como realizar, o que falta para realizar, etc.

Tudo isso se aplica muito bem em caso de investimentos diversificados, que podem render um valor de R$ x ao ano, ou até mesmo comprar uma casa de praia.

Inclusive, você também pode incluir seus objetivos em uma planilha de planejamento financeiro e ter uma visão ampla do seu dinheiro ao lado das suas metas!

Agora, com os objetivos definidos, você deve começar a montar seu orçamento pessoal, onde serão definidas as metas de gastos, ganhos e investimentos. Tudo isso com o foco em atingir os objetivos que você já determinou.

Lembrando que a melhor maneira de definir seu orçamento pessoal é dividindo sua renda percentualmente para tipo de desembolso. Como para gastos essenciais, quitar dívidas, gastos não essenciais e investimentos. 

Agora você já sabe como fazer planejamento financeiro! Só falta colocar em prática, né?

Importante deixar claro que, quando falamos de finanças pessoais, o controle deve ser diário ou no máximo semanal. E não deixe de se apoiar em ferramentas de planejamento financeiro, como aplicativos e planilhas.

Não esqueça que todo planejamento deve ser colocado em prática! 

Vai colocar nosso passo a passo em prática? Não deixa de contar pra gente nos comentários!

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