Exemplos de obsolescência programada: entenda como funciona

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Já se perguntou quais são os exemplos de obsolescência programada e como isso funciona? Então fique ligado neste artigo para entender tudo sobre esse assunto!

Não é difícil saber de alguém que comprou um produto que pouco tempo depois apresentou um problema ou algum defeito.

Nesse caso já pensamos na troca de produto com defeito, mas será que esses problemas são meros defeitos?

É por isso que trouxemos o assunto para você entender, além de detalhar quais são os exemplos de obsolescência programa.

Então acompanhe a leitura para entender!

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O que é obsolescência programada e quais são os exemplos disso?

Saber o que é obsolescência programada, em resumo, é uma técnica em que fabricantes forçam a compra de novos produtos.

Mesmo que os produtos os quais você possui estejam em perfeitas condições de funcionamento.

A também chamada obsolescência planejada, existe para fazer o consumidor pensar que precisa consumir produtos sem medidas.

Portanto, a indústria junto do mercado, passa a produzir e vender itens cujo término da vida útil deles já é certo.

Mas você deve se perguntar “o que é a obsolescência programada, de fato?”.

Para entender, um exemplo de como a obsolescência programada surgiu foi entre 1929 e 1930, ou seja, durante a Grande Depressão.

Portanto visava incentivar um modelo de mercado baseado na produção em série e no consumo.

Isso porque ideia era recuperar a economia dos países naquele período em que a situação econômica era muito difícil.

E isso não é tão distante da nossa realidade, a exemplo do crédito facilitado entre os governantes os quais incentivam o consumo da população.

Continue a leitura para entender como funciona a obsolescência programada e confira alguns exemplos!

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Exemplos de obsolescência programada

Como você já sabe, falar sobre exemplos de obsolescência programada é entender como essa prática funciona.

Ou seja, quando produtos são feitos para durar menos tempo do que deveria ou funcionar com menos eficiência depois de um determinado período.

É certo que essa é uma prática desleal de produção e é inevitável provocar a insatisfação do consumidor.

Embora as pessoas pensem que essa é uma prática recente, existem dados que comprovam o quanto algumas indústrias já pensavam assim nos anos 1920.

Portanto existem três exemplos de como a obsolescência programada funciona:

Em primeiro lugar, temos a obsolescência planejada ou programada, são os exemplos das indústrias fabricarem produtos com componentes de qualidade inferior.

E isso com o objetivo de acelerar o desgaste e a necessidade de reposição do produto, portanto pode ser que existam falhas de projeto propositais;

Em segundo lugar, temos o exemplo da obsolescência perceptiva, quando os novos produtos apresentam um design diferente dos antigos.

Assim, o consumidor tem ideia de que um produto está desatualizado e por isso sente o desejo de trocá-lo;

Outro exemplo de obsolescência é a técnica ou funcional, que envolve uma série de situações.

Desde o surgimento de produtos com tecnologia superior, até a falta de peças de reposição, o que torna o conserto inviável.

Ou seja, todo mundo já passou pela situação de analisar e verificar que o produto novo fica mais barato que o serviço de manutenção de um produto usado.

Sabendo dos exemplos de obsolescência programada, fica mais fácil entender como o consumidor sofre com a manipulação do mercado e da indústria.

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Quais são as consequências da obsolescência programada?

Falar sobre exemplos de obsolescência programada é apontar para aquilo que essa prática causa no planeta.

De acordo o Global E-Waste Monitor de 2020, China e Estados Unidos lideram a lista de países que mais geram lixo eletrônico.

Além disso, também há dados de que o lixo eletrônico global deve chegar a 50 milhões de toneladas ainda no ano de 2021.

Ou seja, é assustador pensar sobre exemplos de obsolescência programa pela quantidade de eletrônicos de última geração que acabam virando lixo.

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E o maior problema disso são os desperdícios de recursos naturais e o lixo que se forma desnecessariamente.

Além disso, em muitos casos, os países pobres recebem todo esse lixo como se fossem produtos de segunda mão.

Apesar de ser proibido por lei que o lixo eletrônico seja levado de um país para outro, ainda assim alguns países adotam essa prática.

Um famoso exemplo do que causa a obsolescência programada é o distrito de Agbogbloshie, localizado próximo a capital de Gana.

O lugar se tornou um depósito de lixo eletrônico de países desenvolvidos, como Dinamarca, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido.

Ou seja, esses países enviam o lixo com a justificativa de ajudar os países pobres, alegando que tais eletrônicos ainda podem ser reutilizados.

Como evitar a obsolescência programada

Embora seja difícil acabar com a obsolescência programada, é possível adotar atitudes que ajudem a evitar tal modelo de consumo.

Veja a seguir exemplos de como podemos evitar a obsolescência programada:

1. Reflita sobre a compra: Evite trocar aparelhos eletrônicos que ainda estão em condições de uso.

Isso porque muitas vezes não conseguimos separar aquilo que desejamos daquilo que precisamos de verdade.

Assim, em vez se atrair por promoções, pense na aplicação do produto e em sua durabilidade.

2. Informe-se sobre o produto: Antes de comprar qualquer produto, faça uma avaliação, inclusive em sites de reclamações para verificar se ele apresenta problemas recorrentes. 

3. Além disso, pesquise sobre a garantia: Veja se o modelo do produto que escolheu tem garantia e qual é o tempo dela.

Isso é importante porque pode ajudar caso você sofra algum impacto, como defeitos no produto.

Informe-se também sobre a facilidade de reposição de peças e se o fabricante possui uma política de coleta dos materiais ao fim da vida útil.

4. Faça o descarte correto:
Mesmo que você pesquise se a empresa recolhe o lixo eletrônico, também cabe ao consumidor fazer sua parte.

Portanto precisamos dar o correto destino dos produtos em fim de vida útil.

Ou seja, em lugares licenciados por órgãos ambientais competente ou em pontos de coleta dos próprios fabricantes.

Agora que você já está por dentro dos exemplos de obsolescência programa e também entendeu como isso funciona, fique atento aos seus direitos!

Entenda a seguir quais são os direitos dos consumidores nesses casos

Até mesmo nos casos de obsolescência programada, o consumidor recebe amparo pelo Código de Defesa do Consumidor.

Isso porque os problemas de funcionamento logo após o término da garantia são os famosos vícios ocultos

Ou seja, é um problema que aparece no produto ou no serviço que torna inviável seu uso. 

E como perceber esse problema? É simples, por meio de avaliação de uma assistência técnica autorizada ou de fatores óbvios, cujo próprio consumidor consegue perceber.

Isto é, como um celular que para de funcionar quatro meses após a compra, em razão da bateria.

Portanto se você identificou que um produto seu se encaixa nessa estratégia de obsolescência programada, fique atento aos seus direitos!

Nesses casos, o consumidor tem de 30 dias, para os bens não duráveis, a 90 dias, para bens duráveis, para oficializar uma reclamação.

Vale lembrar também que o prazo começa a contar a partir do momento em que o vício é identificado, de acordo com o artigo 26 do CDC. 

Mas para a realização de reparos fora da garantia ou não, os fabricantes têm o prazo de 30 dias.

Se você não conseguiu reparo para o seu produto dentro desse tempo, você tem alguns exemplos do que fazer nos casos de obsolescência programada:

  1. Em primeiro lugar, o cliente pode tentar uma substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
  2. a restituição do valor pago pelo produto, com as devidas atualizações monetárias;
  3. ou optar pelo abatimento proporcional do preço.

Agora que você entendeu o que é a obsolescência programada e conferiu exemplos disso, conheça a Resolvvi e saiba como ajudamos na busca por seus direitos!

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