O que é Legal Design?
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Já ouviu falar em Legal Design Thinking?

Com os inúmeros avanços da tecnologia nos mais diversos setores do mercado, o direito não ficaria para trás.

Quer saber tudo sobre Legal Design e Visual Law e como isso pode revolucionar o trabalho de advogados? Acompanhe a leitura.

Legal Design: o que é?

Atualmente, é impensável não perceber que a tecnologia tem presença cotidiana em nossas vidas, desde os nossos celulares, até ferramentas de trabalho.

Ao mesmo tempo, diversos setores do mercado também se modificaram com esses avanços, acompanhando as novas demandas dos consumidores.

Apesar de parecer engessado e exageradamente formal, o mercado jurídico segue em constante transformação.

Por exemplo, na Resolvvi, a possibilidade de entrar com pedido judicial sem sequer sair de casa já é uma realidade que mostra os impactos da tecnologia nos processos judiciais.

Tais impactos não mudam somente as formas de atuar na área jurídica, mas também as expectativas dos cliente ao buscarem serviços jurídicos, como na formalização de um contrato.

Nesse sentido, o Legal Design se preocupa em introduzir cada vez mais o direito no cotidiano das pessoas. Mas como? Tornando o conhecimento jurídico e o sistema jurídico mais navegável, acessível, controlável e descomplicado!

Certamente um desafio gigantesco: transformar um conhecimento extremamente técnico em ferramentas que podem ser usadas por qualquer um. Para isso, o Legal Design une conceitos já bem conhecidos: design, tecnologia e direito.

Esses mecanismos permitem a idealização e o desenvolvimento de novos produtos jurídicos, empreendendo maior produtividade possível e empoderando pessoas promover uma sociedade mais justa e preparadas para honrar deveres e discutir direitos.

Qual o maior benefício do Legal Design?

No mercado jurídico, existe um forte receio e aversão à inovação, algumas vezes por tradição se confundir com formalidade.

De fato, inovar, por vezes, pode ser considerado algo arriscado, que, se por um lado traz segurança e estabilidade, por outro impossibilita a evolução e descomplicação do mercado.

E não podemos deixar de falar que atualmente, o intuito do direito tende para às novas necessidades, tornando-o mais acessível, de uma forma que as pessoas possam usufruir de uma justiça mais humana, simples e funcional.

É a sociedade o foco principal do Direito, contudo, há grande abismo entre o conhecimento técnico necessário para fazer jus aos direitos no Brasil. E nós sabendo disso, entendemos que toda ajuda é bem vinda, certo?

Assim, quando o assunto é Legal Design Thinking, fica muito claro os benefícios trazidos às relações negociais em geral, como: mais inovação nas soluções; aplicação de criatividade aos formalismo; foco no cliente e na personalização do serviço e comunicação objetiva e descomplicada.

E como funciona o Legal Design na prática?

Existem inúmeras maneiras de aplicar o Legal Design e Visual Law.

Basicamente qualquer ferramenta ou ação que busque descomplicar processos e facilitar o acesso ao direito pode ser uma aplicação da abordagem.

A mudança de estruturas de padrões em peças jurídicas, em contratos ou relatórios é um ótimo exemplo da aplicabilidade do Legal Design, ou Design Legal.

Quem nunca teve que assinar um contrato de trabalho ou de locação sem entender ao certo o que estava assinando?

Percebe-se que contratos e documentos tradicionais nem sempre são utilizados apenas por aplicadores do Direito que possuem conhecimento técnico suficiente para entender a linguagem jurídica.

Assim, a utilização de um visual informativo e linguagem simplificada é extremamente determinante para incluir o consumidor comum.

Buscando incluir a sociedade em geral, principal beneficiada do Direito, entende-se que não há necessidade de continuarmos aplicando materiais extensos e cheios de termos específicos que não vão ser lidos corretamente pelas pessoas que mais são interessadas!

A utilização de infográficos, imagens e outros recursos digitais são ferramentas e benefícios nesse processo para facilitar o entendimento da outra parte, seja essa o cliente interno (colaboradores) ou o cliente externo.

Na prática, o Legal Design Thinking permite que o profissional enxergue o mundo da mesma forma que as pessoas em geral, que não trabalham na área jurídica.

Assim, os especialistas jurídicos conseguem atingir melhor a demanda de leigos no conhecimento técnico jurídico, ao passo que cativam os julgadores com serviços e produtos inovadores e simplificados.

Quer um exemplo prático? Vamos lá!

Imagine a compra de uma passagem aérea.

Todos os esforços da plataforma da Companhia Aérea estão voltados somente à comercialização da passagem, sem buscar levar ao passageiro o conhecimento de que ao comprar a passagem disponibilizada, está firmando um contrato de transporte junto à companhia.

Marketing e vendas estão trabalhando constantemente para melhorar a jornada do cliente e a conversão de vendas, e o que faria isso senão a clareza dos termos deste contrato para todas as partes envolvidas?

Diariamente aceitamos Termos e Condições em momentos de compras e, até mesmo, de cadastros em plataformas online. Termos repletos de textos e palavras difíceis e regras complicadas. Como isso contribui para a experiência do cliente?

O Legal Design, busca transformar a jornada, tornando-a transparente e empoderadora, a ponto de que todos os envolvidos nos negócios tenha perfeito conhecimento dos termos contratados.

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Por que aplicar o Legal Design ao seu negócio?

O contrato e os documentos formais que regulam negócios jurídicos são espécies de “contadores de histórias” que explica: quem estão formalizando o negócio; qual o negócio e os termos que o definem.

A famosa estratégia de storytelling.

Isso significa que ao passar a mensagem nos documentos, quando utilizamos recursos visuais, possibilitamos que as partes envolvidas retenham maior entendimento do que é mais importante na mensagem.

Ou seja, os principais conceitos e ideais tornam-se mais compreensíveis e, consequentemente, mais interessante para o receptor, auxiliando no processo de tomada de decisão, como o fechamento do negócio.

Você sabia que o cérebro humano assimila 6 (seis) vezes mais informações quando o texto está associado a imagens? E que cerca de 87% das pessoas são pensadores visuais? Assim, o foco é o usuário do serviço, prendendo-o ainda mais à qualidade do negócio oferecido.

Ao demonstrar personalidade, seu negócio estará apto a conquistar os clientes, firmando termos personalizados e descomplicados. E, quando isso for atingido, os resultados podem ser inimagináveis.

Gostou de saber um pouco mais sobre inovações na área do direito? Comenta aqui embaixo o que você achou!